terça-feira, 24 de março de 2009

hora de voltar escrever

o cao esta de volta as rua e é hora de contar sobre as novas aventura de um certao caozinho que nao gosta de cadelas afinal ele se intereça pelas gatas auuuuuuuuuuuuuu

e agora te uma nova gatinha na area é hora de levala pra da uma volta ate apadaria e assitir aqule filme maravilhoso do frango que roda na grande caixa que sabe ela num gosta desse cachorro de rua

auuuuuuuuuuuuu

em brev novos relatos

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

e ai galera

fim das ferias do blog vida de cao,
e mad dog volto postando pra falar do meu outro blog o http://noiteeternas.blogspot.com/ um blog que eu fiz para escrever historias de um desenhista o senhor Marco Viena Junior um joven nas noites de juiz de fora.

um abraço pra galera

mad street dog

domingo, 18 de janeiro de 2009

Sabe, eu cansei de estar aqui esperando
mas não sei se consigo pensar em algo melhor que
ter minha auto estima destroçada por você
quando te vejo correr de lábio a lábio pelos
trogloditas mais idiotas que eu conheço.

Talvez tudo mesmo tenha seu preço.

Foi tão idiota te dizer, agora eu estou aqui
sendo humilhado outra vez frente a seus amigos.
O amor é um demônio desgraçado
que vive a me passar rasteiras.

Queria saber como te tirar de minha vida.

Talvez tudo mesmo seja a maneira
que eu encontrei pra acabar com meus dias.
Vai ver viciei na sarjeta queimando a língua

e essa musica diz muito pra min os ultimos dias foi exatamente isso que aocnteceu, tentei me entrewgar novamente falei e o que senti foi que naum foi feito para viver um grande amor e sim para sofrer com esse maldito demonio

pode me chamar de emo afinal mad dog e isso mesmo...

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Come forth my warriors

Post pre festinha
bom gent ... nao deu pra convida todo mundo pessoalment + estao(ou estavam) todos convidados, quem aparecer sera bem vindo e quem não aparecer por falta de convite que pare de rescura e de as caras por aki.
bom e so isso mesmo.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

dias estranhos

... mas nem tudo e como estamos vendo no momento, existem ilusões,.
E o caminho só era mais uma ilusão, o que havia do outro lado? um buraco. Então veio a queda, a dor, a solidão sentimentos comuns encontrados na vida de um cão que já se sente assim ate mesmo no meio de uma multidão. "Sou uma criatura estranha com uma solidão tamanha, daqueles que sempre tem que estar perto de alguém, pra conseguir ficar bem e quando num tem ninguém faz manha" (NENE ALTRO) como já diz a musica eu sou assim então imagina como me encontro agora no fundo de um buraco. Tendo que ouvir pessoas dizendo

- Eu disse pra você não pula.

Mas eu pulei segui o que eu queria, o que eu achav certo.
Valeu a pena? acho que sim a adrenalina do salto me levou a um lugar de onde eu já tinha esquecido, um lugar onde eu realmente sou feliz e não finjo estar bem pra ninguém, onde eu posso ser eu mesmo e não um personagem qualquer que eu inventei.
E chegada a hora de reerguer para se humilhar e pedir ajuda afinal num sei se desse buraco eu vou conseguir sair sozinho ou se vou cismar de cavar mais pra baixo, isso só o tempo dirá.
Esse final de semana foi meio "agitado" então não deu pra escrever a continuaçao da "The Story of Wild" ...
Bom so pra não ficar muito tempo sem post.

"Explanations"
Por que escrever em ingles?

1°Por que eu gosto mesmo.
2°Eu não fiz 8 anos de curso de ingles atoa (fora os 6 meses de metodologia de ensino[ sim eu estou me gabando ^^]).
3°Bom quem tem nivel intermediario em ingles ja deve ter ouvido isso.
O ingles e uma lingua poetica e o portugues e uma lingua silabica, o que isso significa ?
Uma lingua silabica se preocupa com a pronuncia de todas as silabas e a lingua poetica se preocupa com o ritmo e sonoridade(ao meu ver muito melhor em termos de musica, poesia e ate mesmo para conversação).
4° O ingles tem um efeito sonoro mais impressionante que o portugues.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A puma!

Pois é, todo mundo entra aqui e conta sua história...

Agora chegou a minha vez.

Pois então. Sou Arka, o Poodle Rosa vulgarmente conhecido. Um maldito Poodle você deve estar pensando, mas não saber porra nenhuma, mas para mostrar como sou um cão legal vou começar do inicio.

Há tempo atrás eu era um lobo selvagem, membro da família dos canis lupus. Vivia caçando lebres e galinhas, correndo pela floresta com minha matilha, até que ela apareceu. É sempre existe ela. Não era uma gata, era um pantera.. De pelos brilhantes e escuros. Se um dia os deuses fizeram algo para se orgulharem com certeza ela era o resultado. Ela caminhava silenciosamente quando a vi passar. Cada passo fazia meu coração palpitar como numa caçada. Por estar tão compenetrado em sua “dança” perdi-me de minha matilha. Justo no dia da passagem de filhote para guerreiro.

Horas se passaram até eu poder chegar até a matilha. Cansado e ofegante para minha primeira transformação. Eu tinha que conseguir, provar para a família o lugar do primogênito.

Não foi fácil as unhas cresciam, os pelos engrossavam e as patas tinha que aprender a ser mãos e pés. Até me descobrir meio lobo e meio homem. Foi uma linda noite para sofrer.

Os anciões dizem que quando passamos a primeira transformação visitamos o mundo dos espíritos e descobrimos nosso guia. Para o meu espanto o meu guia era o totem da pantera.

Um novo nome foi me dado e uma nova vida eu tive, caçando e defendendo a matilha. Até que o meu pior inimigo me venceu. Meu coração.

Via a pantera próxima ao riacho, fiquei novamente tentado, ela agora já madura e com toda delicadeza se ergueu. Era uma mulher. Como que por um feitiço me tornei homem e disse (Erroneamente) a ela:

    • Todas as noites, todos os dias, e até em meus sonhos sua existência me perturba. Como pode coisa tão magnifica ser liberada de andar pela criação?

    • Quem é?

    • Sou Arka, Filho da Lua, caçador da tribo dos lobos. E você?

    • Sou Mila filha da noite, também caçadora.

Ficamos nos olhando por tempos que pareceram milénios, quando Mila cortou o silencio com sua voz ferina.

    • O quer de mim?

    • Não sei dizer, meus pelos, nervos e alma apenas querem a ti.

    • É? - Ela abaixa a cabeça.

    • Sim meu amor.

A noite foi longa e todos os dias eu avia, passávamos as noites de chuvas sob as árvores, no amando com o carinho da noite. Até que me disseram...

Quem disse foi um dos anciões, sobre raças e existência natural. Senti que eu estava errado e a procurei

Era noite, chovia para piorar a situação..

    • Oi.

    • Olá, vamos caçar juntos hoje?

    • Não posso, nosso amor é errado e não podemos mais nos ver.

Escorreu uma única lágrima de seus olhos e ela correu.

Sete luas depois eu a procurei.

    • Que se dane os velhos, os espiritos e a criação. Eu existo para completar o seu ser.

    • Não.

    • Tem certeza?

    • Sim.

E para completar, algumas luas mais adiante vi um tigre a caminhar com ela.

Nessa noite toda floresta ouviu o uivo mais alto da mais alta montanha enquanto eu amaldiçoava a noite e a lua por causa de minha dor. Passei dias longe da matilha, não queria caçar ou correr. Somente caminhava sem destino. Até que vi a luz.

A luz do maldito caminhão que me atropelou.

Acordei em uma cabana de madeira, uma mulher tinha cuidado de meus ferimentos. E por gratidão me apresentei como homem.

Ela me acolheu em seus braços e me aceitou com minha bestialidade por tempos, mas ao contar minhas história ela se revelou a bruxa. Ela disse:

-Você como um lobo deve andar de quatro. E como homem também andará. Se orgulha de sua posição de ser o que é, mas quer ser um ser da mulher e assim que vai ser.

Essa palavra se formaram com ódio foram forte e ela segurava o pingente em forma de lua cheia. Me transformara em um cachorro poodle, não posso mais ser um homem e nem um lobo. Apenas um ridículo Poodle.

Fiquei preso, comendo rações que juravam ter gosto de carne até conseguir fujir. A floresta não era mais o meu lugar me aventurei em lugares e lugares e descobri a cidade.

Na cidade que descobri um novo vicio, o algodão doce. Como o quanto tiver, mas por causa de dificuldades para comer um algodão doce em forma animal acaba me manchando o pelo com o tom rosa dessa guloseima, daí o apelido...

Portanto o próximo que me encher a paciência por causa da minhas cor, pode crer que vai encarar um Poodle Rosa muito barra pesada.


E tenho dito.


(Nota: Poodle Rosa estava preso e encoleirado com outra “Dona”, agora novamente abandonado revira lixeiras da cidade atrás de sei tão querido algodão doce.)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Where It All Begins

Era uma vez um cão, não era um cão das ruas, não era um cão selvagem, era um cão de guarda (eu).

Certo dia esse cão viu uma gatinha e se interessou por ela, ele fez todo o dever de casa, procurou amigos pra saber o nome dela e os lugares que ela freqüentava e vivia passando por esses lugares na esperança de se encontrar com ela.¹

Muito tempo passou e eu não conseguia encontrar com ela, então pensei: “Ou essa gatinha ta se escondendo de min ou ela sumiu”.

Porem naquele mesmo dia vi a gatinha andando com um cão conhecido, um pastor alemão, então conclui: “Vai ver e por isso que ela sumiu”. Mas eu era um cachorro obstinado e ainda assim não tinha desistido, e fui logo arrumando um jeito de me aproximar do pastor alemão pra descobrir o que se passava entre ele e aquela gatinha.

Como ficávamos na mesma cela do canil não foi difícil tirar informações dele, ele falava dela o tempo todo e enquanto eu ouvia com cara de quem não liga guardava cada informação e me encantava ainda mais pela gatinha. Um dia em meio as conversas decidi ir mais fundo e tentar descobrir o que realmente me interessava.

Cão de guarda – E ai cara vocês estão namorando?

Pastor Alemão – Bem que eu queria cara, ela diz que ela diz que e muito nova pra min.

Mal conseguindo esconder a felicidade eu mantive o assunto – Mas vocês andam juntos o tempo todo e você vive falando nela.

Pastor Alemão – Eu nunca escondi de ninguém que gosto dela, mas ela não da brecha, ela sempre manda eu parti pra outra mais e foda cara.

Vendo que ele ia começar a desabafar mudei logo de assunto, a missão já estava completa.

Continue on the next chapter

¹. Informações da gatinha

Nome: Ana Elisa (Ninha)

Idade: 13 (anos de cachorro)

Com os próximos capítulos teremos mais informaçoes

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

quem disse que cão sabe nada...

Quem disse que cão já nasce sabendo nadar nunca me conheceu... me lembre de um dia descobrir quem foi pq se ele tiver morto eu mato ele de novo.

Estava caminhando pelo parque central, lugar legal pra se passear nas tarde de domingo, estava ali de boa deitadão curtindo uma sombra e olhando as gatinhas e as cachorras passeando mechia com uma dava ideia em outra coisas normais pra min, afinal me divertindo
mas parece que tinha mas gente querendo se divertir ali...
desde de muito novo nunca me dei muito bem com locais com muita agua, aquilo sempre me apavorava, "Que isso nasci pra viver na terra se fosse pra entrar na agua eu tinha nascido um peixe" era minha resposta mais tradicional quando me falavam em lagos rios ou qualquer coisa semelhante.
Naquele dia tudo iria piorar, um grupo de garotos desocupados resolveram brincar com o cãozinho que tava ali parado na boa na sombra, mas o que fazer com ele.
- Ja sei vamos jogar ele no laguinho pra ver se ele sabe nadar.
ideia de girico jogar o cachorro na agua, pq que eles num foram fazer algo melhor pra eles sei la talvez se jogarem de um prédio, tomar copos de veneno pra ver quem morria primeiro tem sempre coisas legais pra se fazer numa tarde de domingo.
eles chegaram com calma brincaram comigo me deram comida (isso e bom) fizeram carinho, e quando eu me distrai me pegaram e jogaram de uma vez só no meio do lago.
eu entrei em desespero tomando aquela agua nojenta comecei a me debater minha visão foi escurecendo e eu fui perdendo as forças derepente não conseguia mas nem me debater tentei latir mas num consegui senti meu corpo tocar o fundo do lago, e como em um sonho eu senti como se respirasse normalmente mesmo dentro da agua, me senti como um peixe comecei a andar e naquele momento o que eu queria era sair da agua. quando eu sai percebi que aquilo não era um sonho era realidade eu podia respirar em baixo da agua, mas qual a utilidade disso??? nenhuma ... eu nunca mais quero estar dentro da agua de novo aquilo e horrível.

Acho que hoje em dia eu poderia dizer que eu sou um mutante por poder viver tanto na terra quanto na agua, mas pra min isso não tem utilidade alguma a agua continua sendo o lugar dos peixes, e pra sempre vai ser assim ...

dias estranhos

Ando pelas ruas estreitas da cidade, uma pedra no meu caminho. mas o que seria essa pedra um obstaculo que eu sei que se eu forçar, eu o pulo, mas o q ha do outro lado da pedra, daquele lado que eu não conheço o caminho, eu num sei o que tem ali, o que me espera será que eu devo seguir por aqui ou voltar, me render a uma dificuldade ou proseguir tudo isso? É confuso, porém simples, olho pela lateral da pedra, vejo o caminho e entao decido se prossigo ou paro. Pois entao por equanto eu prossigo.